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Desde: 21/04/2005      Publicadas: 50      Atualização: 30/04/2005

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  28/04/2005
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Que influencia têm a china no comercio Brasileiro?

Membros do departamento de Estado dos EUA vêm à Fiesp sondar influência do comércio chinês no Brasil

Que influencia têm a china no comercio Brasileiro?Num período em que os índices de exportação de produtos americanos para o Brasil mostram-se estáveis, representantes do departamento de Estado dos Estados Unidos estiveram na Fiesp para averiguar a situação das relações comerciais brasileiras com a China. "A ação promocional de comércio dos Estados Unidos no Brasil não tem tanto foco, diferente do que acontece com a China", afirmou o embaixador Rubens Barbosa, presidente do Conselho Superior de Comércio Exterior (Coscex) da Fiesp/IRS, que conduziu o encontro, nesta segunda-feira, 18. Segundo ele, as vendas externas brasileiras para o mercado americano estão crescendo, enquanto as de lá para cá estão estagnadas. Além disso, avaliou, as negociações da Alca pararam e a América Latina saiu do espectro de visão de Washington. O embaixador ressaltou ainda que, por outro lado, apesar de os empresários brasileiros queixarem-se da concorrência desleal chinesa, decorrência do dumping, contrabando, pirataria e subfaturamento, todos têm consciência de que a China é um forte mercado consumidor. "Isso dá a eles um poder tremendo", disse. Perguntado sobre as ações brasileiras no combate à pirataria, Rubens Barbosa afirmou que a Fiesp está agindo intensamente para alertar sobre o problema. De acordo com ele, embora esta seja uma responsabilidade do governo, agora está havendo uma pressão política para se fazer algo. Alca Na opinião do presidente do Coscex, nos últimos dois ou três anos os Estados Unidos mudaram os rumos da negociação para a Área de Livre Comércio das Américas, deixando de querer negociar questões fundamentais para os brasileiros. "A Alca é interessante para o Brasil se tivermos eliminação de barreiras e subsídios, ampliação de comércio e redução de tarifas. Se não tivermos isso, por que iremos querer a Alca?", pontuou o embaixador, lembrando que o retorno das negociações só será possível quando se conhecer a nova configuração do corpo dirigente do USTR (departamento de comércio americano). Fernanda Cunha - Agência Indusnet Fiesp






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